A Maria e a Inês enfrentaram a mesma situação: ambas precisavam de encontrar uma solução para os pais, que já não conseguiam viver sozinhos. A Maria decidiu procurar um lar de idosos, enquanto a Inês optou pelo apoio domiciliário.
O pai da Maria, ao mudar-se para o lar, sentiu-se deslocado. Apesar dos cuidados, não se adaptou à nova rotina. Sentia falta da sua casa, dos seus objetos e, acima de tudo, da sua liberdade. Já a mãe da Inês continuou na sua casa, com um profissional de apoio domiciliário que a ajudava no dia a dia. Com este suporte, manteve as suas rotinas, a sua independência e, acima de tudo, a felicidade de viver no seu espaço.
Mudar para um lar de idosos é uma decisão que muitas famílias ponderam, acreditando ser a melhor opção para garantir cuidados 24h por dia. No entanto, muitas vezes essa mudança pode trazer sentimentos de solidão, perda de autonomia e até depressão para o idoso. Manter-se em casa, com apoio especializado, permite que o idoso continue a viver no seu ambiente familiar, rodeado pelas suas memórias, objetos e rotinas diárias.
Além disso, o apoio domiciliário é altamente personalizado. Enquanto num lar os profissionais precisam de dividir a atenção entre muitos utentes, em casa, o cuidador pode dedicar-se inteiramente às necessidades do idoso. Isto resulta num serviço mais humano, próximo e adaptado às exigências individuais de cada pessoa.

Na huma saúde, garantimos um acompanhamento contínuo e ajustado a cada caso. Acreditamos que envelhecer em casa, rodeado pelo que nos é familiar, é a chave para um envelhecimento mais feliz e com mais qualidade de vida.
O que podemos aprender:
- A mudança para um lar nem sempre é a melhor opção para todos os idosos.
- O apoio domiciliário permite a manutenção da rotina e do conforto emocional.
- Cada caso deve ser avaliado individualmente, mas muitas vezes permanecer em casa é a solução ideal.
- O apoio domiciliário oferece um serviço mais personalizado e humano.
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